25fev

Saiba: Método de uso contínuo diminui cólica

anticoncepcional de uso contínuo, anticoncepcional uso contínuo, comprimido para colica menstrual, pílula anticoncepcional de uso contínuo, remedio para colica mestrual, remédios para cólica, remedios para colicasO método contraceptivo oral de uso contínuo é bastante eficaz para diminuir os sintomas da cólica. E ele faz mais rapidamente quando comparado aos de regime com intervalos.

 

O regime contínuo não oferece mais ou diferentes efeitos colaterais do que os de uso com intervalos.

 

O fato da mulher menstruar bem menos não oferece perigo à saúde, desde que seja orientado pelo ginecologista. Mas se a mulher não estiver fazendo uso de nenhum método hormonal, tem que ser averiguado juntamente com o médico.

 

Todos os contraceptivos hormonais, exceto o DIU de cobre, podem ajudar a diminuir consideravelmente os sintomas da cólica.

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28nov

O que você precisa saber sobre a pílula Juliet

anticoncepcional de uso contínuo, anticoncepcional de uso continuo para não menstruar, anticoncepcional hormonal, anticoncepcional Juliet, contracepção, método contraceptivo, pílula contraceptivaJuliet não é considerado como uma pílula combinada pois contém em sua composição somente um hormônio, a progesterona. Então é denominada como um anticoncepcional monofásico.

 

Dessa forma, Juliet pode ser utilizada também por mulheres que não podem tomar pílula combinada. Uma grande vantagem é que como o seu uso é contínuo; sem pausa, a menstruação cessa.

 

Juliet contém 28 comprimidos e com isso deve ser tomada sem pausa. Assim que acaba uma cartela, deve iniciar uma outra. O primeiro comprimido deve ser tomado no primeiro dia de menstruação. Caso contrário, somente quando o ginecologista orientar de outra forma.

 

O seu valor é aproximadamente R$28,00 por caixa. Pode ser encontrado em farmácias de todo o Brasil.

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20mai

Métodos que causam ausência de menstruação e contra-indicação

* Métodos que levam a paciente à amenorréia (ausência de menstruação):
Dentre os métodos que fazem a paciente ficar em amenorréia, podemos citar as pílulas anticoncepcionais de uso contínuo ( como, por exemplo, Cerazette, Elani 28 e Gestinol 28).

* Contra-indicações (de maneira geral):
· Alergias a componentes dos métodos
· Idade da paciente (Pacientes acima de 35 anos devem tomar cuidado por aumento do risco de trombose venosa profunda associado ao uso de anticoncepcionais hormonais)
· Tabagismo
· História pessoal de câncer de mamas
· História de sangramento genital sem causa aparente diagnosticada.
· Antecedente pessoal de Problemas cardíacos
· Colesterol elevado
· Antecedente pessoal de trombose venosa profunda e ou acidente vascular cerebral (AVC ou derrame cerebral)

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28out

Estudo inédito comprova benefícios da pílula contínua

As mulheres que acham que menstruar é coisa do passado já podem ficar mais tranqüilas. Acaba de ser publicado um estudo brasileiro na revista norte-americana Contraception que comprova que o uso contínuo da pílula anticoncepcional tem os mesmos efeitos na mulher que a pílula tomada com pausa mensal. Segundo o coordenador do estudo, Dr. Rogério Bonassi Machado, alguns médicos acreditavam que o uso contínuo poderia deteriorar o perfil metabólico das usuárias. “O estudo mostrou que não, e confirmou que a pílula contínua se comporta da mesma maneira do que a usada com pausas, podendo ser uma boa alternativa de contracepção”, afirma o médico ginecologista e chefe do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Além disso, a taxa de amenorréia (ausência de sangramento) foi crescente a partir do terceiro mês de tratamento, atingindo 81%.

Não é nova a discussão sobre a necessidade da pausa mensal durante o uso de contraceptivos orais combinados. Ela acompanha a pílula desde o início da sua utilização, na década de 60. Muitas mulheres, porém, ainda acreditam que o sangramento tem alguma função, como tentar aproximar ao ciclo menstrual natural, “limpar” o organismo dos hormônios, certificar que não engravidou e prevenir o sangramento inesperado. Segundo o organizador do estudo, porém, “nenhuma dessas razões têm comprovação científica”.

Para as mulheres que consideram o sangramento mensal indesejável, seja por sintomas apresentados nesse período ou até por questões pessoais, a contracepção contínua pode ser uma opção segura, segundo o estudo realizado na Faculdade de Medicina de Jundiaí. Durante a pesquisa, não foram observadas alterações no peso e na pressão arterial das pacientes; houve baixa incidência de efeitos adversos; a taxa de amenorréia (ausência de sangramento) foi crescente a partir do quarto ciclo de observação e atingiu 81% ao final. Houve redução nos níveis de LDL (colesterol ruim) e aumento do HDL (colesterol bom) e triglicerídeos; houve aumento não significativo nos níveis de insulina e manutenção da glicemia. “Em conclusão, pôde-se demonstrar que o uso contínuo da associação etinilestradiol 30 mcg/gestodeno 75mcg, por 24 semanas, associou-se a efeitos clínicos satisfatórios, com manutenção dos níveis pressóricos e do peso corporal; a alterações metabólicas semelhantes às observadas em usuárias de pílulas com pausas mensais e a elevada taxa de amenorréia após o terceiro ciclo de tratamento”, afirma o Dr. Rogério Bonassi.
A pílula de uso contínuo testada no estudo foi o Gestinol 28, produzido pela Libbs Farmacêutica há cerca de três anos. É indicada para mulheres que querem interromper a menstruação por um período determinado ou para tratamento dos sintomas da menstruação, como cólicas muito fortes, enxaqueca e tensão-pré-menstrual. O Dr. Rogério Bonassi explica que “além de evitar a gravidez, a adoção da pílula anticoncepcional de uso contínuo minimiza os incômodos da menstruação e diminui os riscos de doenças como endometriose e câncer de ovário”.

O estudo, denominado “Aspectos clínicos e metabólicos da associação contraceptiva etinilestradiol 30 mcg / gestodeno 75 mcg em uso contínuo”, foi desenvolvido por existirem poucos relatos na literatura científica acerca de parâmetros clínicos e do impacto metabólico em usuárias de pílulas contínuas por longo período. A pesquisa envolveu 45 voluntárias, com idade entre 18 e 35 anos, durante 24 semanas (seis meses), o maior período de estudo realizado com esse método anticoncepcional.

Fonte:http://dani-maggioni.blogspot.com

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