08maio

Quais são os efeitos colaterais causados pelo Evra ?

 adesivo anticoncepcional evra preço, adesivo contraceptivo preço, Adesivo Evra, adesivos anticoncepcionais, adesivos contraceptivos, adesivos contraceptivos preço, antibiótico, contraceptivo adesivo, contraceptivo adesivo preço, evra contraceptivoSintomas como náuseas, dor de cabeça, sangramento irregular, inchaço, aumento do apetite, dores no corpo, inchaço nos seios e até alteração da libido são efeitos colaterais possíveis e, muitas vezes, identificados na bula.

 

Porém, se os meses passarem e os problemas persistirem, o ideal é que a mulher marque uma consulta com seu ginecologista.

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16abr.

Por que cada caixa de Evra contém 3 adesivos ?

	adesivo anticoncepcional evra preço, adesivo contraceptivo preço, Adesivo Evra, adesivos anticoncepcionais, adesivos contraceptivos, adesivos contraceptivos preço, antibiótico, contraceptivo adesivo, contraceptivo adesivo preço, evra contraceptivoEvra é considerado como um adesivo contraceptivo transdérmico contendo os hormônios norelgestromina e etinilestradiol. Estes hormônios vão sendo liberados de forma gradativa no organismo da mulher ao ser fixado na pele.

 

Cada embalagem de Evra vem com 3 adesivos, pois a cada semana é preciso trocar o adesivo. Ou seja, usa-se um adesivo na primeira semana, outro adesivo na segunda semana e o terceiro adesivo na terceira semana. Na quarta semana não deve ser fixado nenhum adesivo. Nesta época ocorrerá a menstruação.

 

Um novo adesivo deve ser fixado logo após essa uma semana de descanso. Consequentemente um novo ciclo irá se iniciar.

 

O primeiro adesivo da primeira cartela deve ser fixado na pele no primeiro dia de menstruação. E vale ressaltar também que a cada novo adesivo, deve ser aplicado em regiões diferentes do corpo. Não usar cremes e nem óleos na região onde for fixar o adesivo.

 

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09jan.

Depoimento a favor do uso de adesivo Evra

adesivo anticoncepcional evra preço, adesivo contraceptivo preço, Adesivo Evra, adesivos anticoncepcionais, adesivos contraceptivos, adesivos contraceptivos preço, antibiótico, contraceptivo adesivo, contraceptivo adesivo preço, evra contraceptivoPor Kelly

 

Faço uso do adesivo Evra ha 5 meses. Antes, tomava anticoncepcional. Mas sentia muita dor de estômago, de cabeça e retenção de líquido. Com o uso de Evra,  somente no primeiro mês senti dores musculares. Depois disso, não tive nenhum sintoma. Estou gostando. Exceto o preço, que é bem elevado.

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13maio

Saiba: Antibiótico interfere na ação do Evra ?

adesivo anticoncepcional evra preço, adesivo contraceptivo preço, Adesivo Evra, adesivos anticoncepcionais, adesivos contraceptivos, adesivos contraceptivos preço, antibiótico, contraceptivo adesivo, contraceptivo adesivo preço, evra contraceptivoA maioria dos antibióticos podem ser administrados concomitantemente com o uso do adesivo Evra sem nenhum problema.

 

Ou seja, os antibióticos não interferem na eficácia do adesivo contraceptivo, exceto o antibiótico rifampicina (e o seu derivado rifabutina). Este antibiótico diminui a eficácia contraceptiva do adesivo.

 

É importante que a mulher, antes de usar qualquer medicamento, pergunte ao ginecologista se interfere ou não na ação contraceptiva do Evra.

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02abr.

Uso de antibiótico e pílula anticoncepcional

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Realmente há interações medicamentosas quanto ao uso de antibióticos, pois se tomada junto com antibióticos, a pílula pode não fazer efeito, deixando as mulheres desprotegidas contra uma gravidez indesejada. Os antibióticos destroem as bactérias intestinais e, conseqüentemente, não mais ocorrem aquelas reações enzimáticas que liberam estrogênio ativo, cujo nível diminui no sangue. Essa seria uma explicação para o fracasso dos contraceptivos orais quando tomados junto com antibióticos.
Portanto comente com seu médico ginecologista para que ele te oriente da melhor forma possível.

Dúvida de uma internauta

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01abr.

Saiba porque o antibiótico corta o efeito do anticoncepcional

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Segundo os especialistas, isso ocorre porque os antibióticos destroem as bactérias intestinais que são responsáveis por gerar reações enzimáticas que liberam o hormônio estrogênio ativo na corrente sanguínea que impediriam o período fértil. Entretando eles não sabem explicar o mecanismo que impediria a ação das pílulas que só possuem o hormônio progesterona de agir corretamente e segundo eles, isto aconteceria nas mulheres com pré disposição para tal.

Informa-se que esta interação medicamentosa pode ocorrer com a toma de qualquer antibiótico como amoxicilina, azitromicina e outros quando utilizados com qualquer anticoncepcional de toma oral ou injetável, inclusive a pílula do dia seguinte, por diminuirem a sua eficácia.

Fonte: http://www.tuasaude.com

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24dez.

Alerta: Antibióticos cortam o efeito do anticoncepcional

Anticoncepcionais x antibióticos – O grande vilão da associação é a Rifampicina, um antibiótico usado contra tuberculose, hanseníase (lepra) e na profilaxia da meningite. É o antibiótico que comprovadamente reduz a eficácia dos anticoncepcionais. Outras classes como as tetraciclinas, metronidazol e derivados da penicilina como amoxicilina e cefalosporinas também podem diminuir a concentração de estradiol. Esse efeito parece ocorrer apenas em um número reduzido de mulheres, mas como não há como saber de antemão quem será mais afetado, deve-se usar métodos contraceptivos não hormonais durante o seu período de uso.

Em relação aos outros antibióticos não existe nenhuma evidência de interação com repercussão clínica.

Na dúvida, sempre use camisinha e consulte o seu ginecologista.

Fonte: http://www.mdsaude.com

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21dez.

Uso de anticoncepcional e antibiótico ao mesmo tempo

Estava tomando um antibiótico durante 7 dias e o último foi hoje pela manhã. Quanto tempo depois de terminar a cartela ele deixará de interferir na eficácia do meu anticoncepcional?

O aconselhado é que quando toma um antibiótico que reduz o efeito do anticoncepcional,deve usar camisinha durante toda a cartela da pílula. Quando iniciar uma nova cartela já estará proteida normalmente.

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09nov.

Afinal, antibiótico afeta ou não a eficácia do anticoncepcional?

Cerca de 70 milhões de mulheres em todo o mundo utilizam contraceptivos orais, mais conhecidos como pílulas anticoncepcionais. Além do esquecimento de tomar o comprimido, outros fatores estão associados à perda da eficácia desse método contraceptivo, como vômitos, diarréia e uso concomitante de outros medicamentos.

É o que dizem Eduardo Andrade e José Ranali, da Universidade Estadual de Campinas, e Elisabete Corrêa, da Universidade Metodista de São Paulo, em artigo publicado na Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo (volume 12; número 3). Se tomada junto com antibióticos (também chamados de antimicrobianos), a pílula pode não fazer efeito, deixando as mulheres desprotegidas contra uma gravidez indesejada.

De acordo com o artigo, essa constatação foi feita pela primeira vez em 1971. Pesquisadores notaram uma maior incidência de sangramento entre as menstruações em mulheres que usavam contraceptivos orais e, ao mesmo tempo, tomavam um antibiótico – a rifampicina – para tratamento da tuberculose.

Esse sangramento, caso nunca tenha ocorrido antes, pode ser considerado um sinal clínico de que o método anticoncepcional perdeu sua eficácia. Alguns anos depois, um estudo mostrou que, de 88 mulheres que tomavam, simultaneamente, pílula e rifampicina, 62 tiveram distúrbios do ciclo menstrual e cinco engravidaram. Esse resultado é preocupante, considerando-se que o esperado é a pílula anticoncepcional falhar em apenas 1% das vezes.

Os contraceptivos orais, tradicionalmente formados por uma associação dos hormônios estrogênio e progesterona, atuam inibindo a ovulação, atrofiando o revestimento do útero e dificultando a passagem dos espermatozóides devido ao aumento da viscosidade do muco cervical. Para minimizar os riscos cardiovasculares e outros efeitos colaterais associados às pílulas, as dosagens hormonais desses remédios foram reduzidas.

“Sob circunstâncias normais, estas concentrações mais baixas são bastante efetivas. Porém, na presença de antimicrobianos, os níveis hormonais, já reduzidos, podem cair ainda mais, comprometendo a eficácia dos contraceptivos orais”, explicam Elisabete, Andrade e Ranali no artigo. Os hormônios da pílula são absorvidos pelo trato gastrintestinal, caem na corrente sangüínea e vão parar no fígado, onde 50% do estrogênio são transformados em outros compostos sem atividade anticoncepcional.

Esses compostos se misturam à bile e, portanto, são lançados novamente no trato gastrintestinal. Uma parte deles é eliminada nas fezes e a outra sofre a ação de enzimas produzidas pelas bactérias que vivem no intestino. O produto dessa reação enzimática é o estrogênio ativo, que pode então ser reabsorvido, aumentando o nível do hormônio circulante no sangue e garantindo o efeito contraceptivo. Os antibióticos (também chamados de antimicrobianos) destroem as bactérias intestinais e, conseqüentemente, não mais ocorrem aquelas reações enzimáticas que liberam estrogênio ativo, cujo nível diminui no sangue.

Essa seria uma explicação para o fracasso dos contraceptivos orais quando tomados junto com antibióticos. No entanto, isso não explica porque as pílulas que contêm apenas progesterona perdem sua eficácia quando usadas simultaneamente com antimicrobianos. A aceleração do metabolismo hepático é outro mecanismo pelo qual os antibióticos podem reduzir as concentrações hormonais e, portanto, levar ao fracasso das pílulas anticoncepcionais.

“Existem, porém, dados conflitantes na literatura e ainda não há uma explicação definitiva para o processo”, afirmam Elisabete, Andrade e Ranali no artigo. Aliás, há quem defenda que a interação entre a pílula e o antimicrobiano não ocorre em todas as mulheres, mas apenas nas mais suscetíveis. “Mas, até o momento, não há meios para saber quais mulheres são mais suscetíveis a essa interação medicamentosa”, completam os autores. “O uso dos antimicrobianos para profilaxia e tratamento de infecções orais é uma prática comum em Odontologia”, lembram os pesquisadores no artigo.

Fonte: http://www.nossodentista.com

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08nov.

Antibióticos podem cortar o efeito do anticoncepcional?

Algumas vezes sim. Sabe-se que a ampicilina, um antibiótico bastante utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringites, amigdalites e pneumonias, pode reduzir a eficácia da pílula. Outros remédios, como os anticonvulsivantes, por exemplo, também podem interferir com a ação da pílula. Nesses casos, as mulheres devem se certificar de que o contraceptivo oral escolhido contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol.

Dúvida de uma internauta

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