02/04
terça-feira

Uso de antibiótico e pílula anticoncepcional

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Realmente há interações medicamentosas quanto ao uso de antibióticos, pois se tomada junto com antibióticos, a pílula pode não fazer efeito, deixando as mulheres desprotegidas contra uma gravidez indesejada. Os antibióticos destroem as bactérias intestinais e, conseqüentemente, não mais ocorrem aquelas reações enzimáticas que liberam estrogênio ativo, cujo nível diminui no sangue. Essa seria uma explicação para o fracasso dos contraceptivos orais quando tomados junto com antibióticos.
Portanto comente com seu médico ginecologista para que ele te oriente da melhor forma possível.

Dúvida de uma internauta

 
01/04
segunda-feira

Saiba porque o antibiótico corta o efeito do anticoncepcional

anticoncepcional, menstruação, pílula, eficácia, engordar, cabelo, intestino, alimentos, vestido de dama de honra, moda, cozinha, gravidez, menopausa, pílula do dia seguinte, anticoncepcional mensal, anticoncepcional trimestral, líbido, adesivo anticoncepcional, adesivo em anticoncepcional, sangramento, anticoncepcional que dao sono, anticoncepcional 21 dias, dosagem, cabelos oleosos, injetavel mensal, esquecimento na tomada, pele, anticoncepcional modo de usar, crescimento do cabelo, ausência de menstruação, parar de menstruar, anticoncepcional em adesivo, nuvaring, anticoncepcional Cerazette, Mirena, depoimento, anticoncepcional Yumi, anticoncepcional Elani Ciclo, DIU, SIU, DIU Mirena, injetável, camisinha feminina, trombose, implanon, anticoncepcional Miranova, implanon, anticoncepcional Femiane, camisinha, diafragma, implante subcutâneo, bebida alcoolica, anticoncepcional Ciclo 21, armazenamento, anticoncepcional Cerazette, Anticoncepcional injetável Depomes, antibióticoO antibiótico pode cortar o efeito do anticoncepcional porque consegue diminuir a concentração de hormônios presentes na pílula (que circulam no sangue) tornando-a ineficaz.

Segundo os especialistas, isso ocorre porque os antibióticos destroem as bactérias intestinais que são responsáveis por gerar reações enzimáticas que liberam o hormônio estrogênio ativo na corrente sanguínea que impediriam o período fértil. Entretando eles não sabem explicar o mecanismo que impediria a ação das pílulas que só possuem o hormônio progesterona de agir corretamente e segundo eles, isto aconteceria nas mulheres com pré disposição para tal.

Informa-se que esta interação medicamentosa pode ocorrer com a toma de qualquer antibiótico como amoxicilina, azitromicina e outros quando utilizados com qualquer anticoncepcional de toma oral ou injetável, inclusive a pílula do dia seguinte, por diminuirem a sua eficácia.

Fonte: http://www.tuasaude.com

 
24/12
segunda-feira

Alerta: Antibióticos cortam o efeito do anticoncepcional

Anticoncepcionais x antibióticos – O grande vilão da associação é a Rifampicina, um antibiótico usado contra tuberculose, hanseníase (lepra) e na profilaxia da meningite. É o antibiótico que comprovadamente reduz a eficácia dos anticoncepcionais. Outras classes como as tetraciclinas, metronidazol e derivados da penicilina como amoxicilina e cefalosporinas também podem diminuir a concentração de estradiol. Esse efeito parece ocorrer apenas em um número reduzido de mulheres, mas como não há como saber de antemão quem será mais afetado, deve-se usar métodos contraceptivos não hormonais durante o seu período de uso.

Em relação aos outros antibióticos não existe nenhuma evidência de interação com repercussão clínica.

Na dúvida, sempre use camisinha e consulte o seu ginecologista.

Fonte: http://www.mdsaude.com

 
21/12
terça-feira

Uso de anticoncepcional e antibiótico ao mesmo tempo

Estava tomando um antibiótico durante 7 dias e o último foi hoje pela manhã. Quanto tempo depois de terminar a cartela ele deixará de interferir na eficácia do meu anticoncepcional?

O aconselhado é que quando toma um antibiótico que reduz o efeito do anticoncepcional,deve usar camisinha durante toda a cartela da pílula. Quando iniciar uma nova cartela já estará proteida normalmente.

 
09/11
terça-feira

Afinal, antibiótico afeta ou não a eficácia do anticoncepcional?

Cerca de 70 milhões de mulheres em todo o mundo utilizam contraceptivos orais, mais conhecidos como pílulas anticoncepcionais. Além do esquecimento de tomar o comprimido, outros fatores estão associados à perda da eficácia desse método contraceptivo, como vômitos, diarréia e uso concomitante de outros medicamentos.

É o que dizem Eduardo Andrade e José Ranali, da Universidade Estadual de Campinas, e Elisabete Corrêa, da Universidade Metodista de São Paulo, em artigo publicado na Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo (volume 12; número 3). Se tomada junto com antibióticos (também chamados de antimicrobianos), a pílula pode não fazer efeito, deixando as mulheres desprotegidas contra uma gravidez indesejada.

De acordo com o artigo, essa constatação foi feita pela primeira vez em 1971. Pesquisadores notaram uma maior incidência de sangramento entre as menstruações em mulheres que usavam contraceptivos orais e, ao mesmo tempo, tomavam um antibiótico – a rifampicina – para tratamento da tuberculose.

Esse sangramento, caso nunca tenha ocorrido antes, pode ser considerado um sinal clínico de que o método anticoncepcional perdeu sua eficácia. Alguns anos depois, um estudo mostrou que, de 88 mulheres que tomavam, simultaneamente, pílula e rifampicina, 62 tiveram distúrbios do ciclo menstrual e cinco engravidaram. Esse resultado é preocupante, considerando-se que o esperado é a pílula anticoncepcional falhar em apenas 1% das vezes.

Os contraceptivos orais, tradicionalmente formados por uma associação dos hormônios estrogênio e progesterona, atuam inibindo a ovulação, atrofiando o revestimento do útero e dificultando a passagem dos espermatozóides devido ao aumento da viscosidade do muco cervical. Para minimizar os riscos cardiovasculares e outros efeitos colaterais associados às pílulas, as dosagens hormonais desses remédios foram reduzidas.

“Sob circunstâncias normais, estas concentrações mais baixas são bastante efetivas. Porém, na presença de antimicrobianos, os níveis hormonais, já reduzidos, podem cair ainda mais, comprometendo a eficácia dos contraceptivos orais”, explicam Elisabete, Andrade e Ranali no artigo. Os hormônios da pílula são absorvidos pelo trato gastrintestinal, caem na corrente sangüínea e vão parar no fígado, onde 50% do estrogênio são transformados em outros compostos sem atividade anticoncepcional.

Esses compostos se misturam à bile e, portanto, são lançados novamente no trato gastrintestinal. Uma parte deles é eliminada nas fezes e a outra sofre a ação de enzimas produzidas pelas bactérias que vivem no intestino. O produto dessa reação enzimática é o estrogênio ativo, que pode então ser reabsorvido, aumentando o nível do hormônio circulante no sangue e garantindo o efeito contraceptivo. Os antibióticos (também chamados de antimicrobianos) destroem as bactérias intestinais e, conseqüentemente, não mais ocorrem aquelas reações enzimáticas que liberam estrogênio ativo, cujo nível diminui no sangue.

Essa seria uma explicação para o fracasso dos contraceptivos orais quando tomados junto com antibióticos. No entanto, isso não explica porque as pílulas que contêm apenas progesterona perdem sua eficácia quando usadas simultaneamente com antimicrobianos. A aceleração do metabolismo hepático é outro mecanismo pelo qual os antibióticos podem reduzir as concentrações hormonais e, portanto, levar ao fracasso das pílulas anticoncepcionais.

“Existem, porém, dados conflitantes na literatura e ainda não há uma explicação definitiva para o processo”, afirmam Elisabete, Andrade e Ranali no artigo. Aliás, há quem defenda que a interação entre a pílula e o antimicrobiano não ocorre em todas as mulheres, mas apenas nas mais suscetíveis. “Mas, até o momento, não há meios para saber quais mulheres são mais suscetíveis a essa interação medicamentosa”, completam os autores. “O uso dos antimicrobianos para profilaxia e tratamento de infecções orais é uma prática comum em Odontologia”, lembram os pesquisadores no artigo.

Fonte: http://www.nossodentista.com

 
08/11
segunda-feira

Antibióticos podem cortar o efeito do anticoncepcional?

Algumas vezes sim. Sabe-se que a ampicilina, um antibiótico bastante utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringites, amigdalites e pneumonias, pode reduzir a eficácia da pílula. Outros remédios, como os anticonvulsivantes, por exemplo, também podem interferir com a ação da pílula. Nesses casos, as mulheres devem se certificar de que o contraceptivo oral escolhido contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol.

Dúvida de uma internauta

 
07/08
sábado

Interações: anticoncepcionais, vitamina C e antibióticos

ANTICONCEPCIONAL + ANTIBIÓTICO
Está na bula do anticoncepcional: seu efeito é reduzido quando é consumido com um antibiótico. Isso ocorreria porque, lá no fígado, as enzimas responsáveis por processar os remédios passariam a trabalhar a mil, o que diminuiria por tabela a ação da popular pílula. Ou seja: se os dois medicamentos forem tomados conjuntamente, aumentarão as chances de a cegonha anunciar uma gravidez.

ANTICONCEPCIONAL + VITAMINA C (ACIMA DE 1 GRAMA)
Doses elevadas do suplemento vitamínico aumentam os níveis do hormônio da pílula, o etinilestradiol, no sangue. Com isso, seus possíveis efeitos colaterais — para mulheres sensíveis a eles, claro — também vão às alturas.

Fonte:saude.abril

 
03/05
segunda-feira

Antibiótico e uso do anticoncepcional Gynera

Antibióticos cortam o efeito do anti certo? Quantos dias depois que parar de tomar o antibiótico, posso me despreocupar em voltar a ter relações normalmente, sem preservativo?

Alguns antibióticos sim. O recomendado é que  use camisinha durante toda a cartela que tomou o antibiótico.

 
19/04
segunda-feira

Antibiótico X Anticoncepcional Yaz

A minha namorada fez cirurgia das amigdalas e teve que tomar antibiótico (amoxilinaa) por 10 dias. E ela começou uma nova cartela do anticoncepcional YAZ nos ultimos dias do tratamento do antibiótico ,e continua tomando até hoje normalmente o YAZ. Quando posso voltar ter relações com ela sem ter riscos de engravidá-la?

Quando se utiliza antibióticos, a pessoa precisa se prevenir durante todo o uso do antibiótico.Após terminar de utilizá-lo, o preservativo deve ser utilizado por mais 7 dias. O anticoncepcional perde o efeito a partir do momento que o anbitiótico é utilizado e por mais 7 dias após terminar de utilizá-lo. Os anticoncepcionais utilizados antes do antibiótico não perdem o efeito.

 
06/04
terça-feira

Uso do anticoncepcional Yaz e antibiótico

Tomo o anticoncepcional Yaz tem um bom tempo ja . Mas tem uns 5 dias que eu comecei minha nova cartela e agora to tomando antibiotico forte. Estou com uma dúvida. O antibiotico anula o efeito dos comprimidos do anticoncepcional que eu ja tomei antes de começar a usar o antibiótico ou só prejudica o efeito das pilulas de quando eu comecei a tomar ?

 O medicamento não interfere no anticoncepcional Yaz  tomado anteriormente, somente a partir do momento que começa a ingerir o antibiótico. Portanto, a partir do momento que começar a utilizar esse medicamento, você deve se prevenir durante a tomada do antibiótico e durante mais 7 dias após utilizá-lo.