27/01
segunda-feira

Camisinha: tipo, como funciona, vantagens, desvantagens e contra-indicações

Tipo: anticoncepcional de barreira.
Como funciona: a masculina (feita de látex) e a feminina (de poliuretano) são colocadas respectivamente no pênis e na vagina, impedindo a penetração do espermatozóide no útero.
Vantagens: elas não alteram a ovulação da mulher e protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Desvantagens: não há. Acostumar-se a elas é uma questão de tempo.
Contra-indicações: para pessoas alérgicas ao material utilizado na confecção.
Eficácia: 98% a 99%.

 
02/12
segunda-feira

Troca da camisinha pela pílula do dia seguinte (PDS)

Posso trocar a camisinha pela pílula?

Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara, o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.

Dúvida de uma internauta

 
28/10
segunda-feira

Camisinha masculina: o que é, vantagens e desvantagens

Veja agora explicação completa do que é camisinha masculina, suas vantagens e desvantagens:

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07/09
sábado

Afinal, pode-se usar duas camisinhas?

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05/07
sexta-feira

Cuidados necessários ao usar a camisinha feminina

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- Usar a camisinha feminina desde o começo do contato entre o pênis e a vagina.
- Transar uma única vez com cada camisinha feminina. Usar a camisinha feminina mais de uma vez não previne contra as DST e gravidez.
- Guardar a camisinha feminina em locais frescos e secos.
- Nunca abra a camisinha feminina com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la.

 
19/06
quarta-feira

8 motivos para usar a camisinha feminina

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Que tal explorar novos horizontes e ainda manter-se prevenida contra DSTs e evitar uma gravidez não planejada? Para isso, listamos oito motivos para você apostar nesse método contraceptivo:

1 – Proteção em dobro
De acordo com o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli (SP), o preservativo feminino é mais eficaz que o masculino quando o assunto é gravidez indesejada e prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis. Como já mencionado, o produto é feito de poliuretano, material mais resistente que o látex usado no preservativo masculino e, consequentemente, é mais difícil de rasgar. “Quando usada corretamente, a chance de falha da camisinha feminina é de 5%, porém na prática a chance de falhas é maior devido ao seu uso incorreto”, informa Erica.

2 – Melhora a sensibilidade
Por sua espessura ser mais fina e não apertar o pênis, a sensibilidade durante a penetração é preservada e até mesmo aumentada quando comparada ao ato sexual feito com o preservativo masculino. “Quando utilizada da maneira correta, é um método confortável tanto para o homem quanto para a mulher”, conta Erica.

3 – Saia da rotina com dicas para inovar e apimentar o relacionamento
5 benefícios do sexo (além daqueles que você já conhece)
Dormir depois do sexo pode indicar que o parceiro está apaixonado
Não precisa cortar o clima
Boas notícias: você não vai precisar interromper tudo quando o clima estiver esquentando, pois não há necessidade de colocar a camisinha somente na hora do ato sexual. É isso mesmo! “A camisinha feminina pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual, sem prejudicar sua eficácia”, garante Domingos.

4 – Não precisa ser retirada logo após a ejaculação
Segundo Erica, a camisinha feminina não precisa ser retirada imediatamente após a relação sexual. “Ao contrário da camisinha masculina, o preservativo feminino não depende da ereção do pênis para manter-se no lugar e evitar o vazamento do esperma. Ela pode ser retirada apenas quando a mulher se levantar, para que não existam riscos de vazamento”, explica Erica.

5 – Já vem pré-lubrificada
Adeus, desconfortos! A pré-lubrificação da camisinha feminina facilita a penetração. “No entanto, se for preciso, devem ser usados lubrificantes de base oleosa fina na parte interna”, orienta Domingos.

6 – Indicada para alérgicos ao látex
“O preservativo feminino conta com maior lubrificação e é feito de borracha nitrílica, ou seja, não provoca alergias e pode ser usada pelos alérgicos ao látex” esclarece Domingos.

7 – Previne herpes e verrugas genitais
“Diferente da camisinha masculina, a feminina recobre a vulva (parte externa da vagina), diminuindo o contato direto entre os órgãos sexuais do homem e da mulher. Isso diminui a chance de transmissão de doenças como herpes, verrugas e outras doenças genitais”, revela Erica.

8 – Pode ser usada no perídodo menstrual
Domingos explica que não há problema em manter relação sexual durante o período menstrual. “Vale lembrar que nesse período as mulheres ficam mais sensíveis às doenças sexualmente transmissíveis, pois o pH vaginal passa de ácido para alcalino, o que pode causar diversas infecções. Por isso o uso da camisinha é essencial, a fim de oferecer maior proteção para a mulher”, alerta Domingos.

Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/

 
09/02
sábado

Carnaval: camisinha contra doença ainda pouco conhecida

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08/02
sexta-feira

A importância do uso da camisinha

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Ninguém vem com um rótulo de segurança máxima, assim, mesmo em relações consideradas estáveis, seu uso é fundamental na prevenção de várias doenças sexualmente transmissíveis, pois mesmo quando não há sintomas visíveis, são potencialmente contagiosas. É certo que AIDS não tem cara. Se antes havia grupo de risco, hoje não há mais. Atualmente o maior grupo de risco existente é aquele que se acredita imune.
Temos por hábito esquecer que o parceiro tem passado e que as doenças têm janelas imunológicas. Não podemos deixar de lado as consequências do sexo desprotegido. Esse é um assunto de saúde pública. Há dúvidas sobre quem batizou a camisinha. Há quem acredite que o nome condom é devido a uma homenagem ao Dr. Quondam, que com bastante sucesso em 1685 inventou uma camisinha com tripa de animal. Outros dados históricos mostram que o nome vem do latim (condus) que significa receptáculo.
O certo é que a camisinha não é uma invenção nova. Aparece na história da sexualidade antes mesmo de Cristo. Já foi feita de linho, de pele, intestino de diferentes animais e de bexiga de cabra. A camisinha de tripa de boi, por exemplo, foi usada até 1870, quando foi fabricado o preservativo de borracha pelo inglês Charles Goodyear: grossos, reaproveitados, pouco aderentes, desiguais e caros. Pouco tempo depois, no final do século 19, o látex surgiu, permitindo um aspecto mais fino e confortável, parecida com as que são utilizadas hoje em dia. Na década de 60, acabou em desuso pela invenção do anticoncepcional oral feminino, mas em 90 ele retorna devido à epidemia de AIDS. Vale lembrar que as doenças venéreas recebem esse nome devido à crença antiga de que era um castigo da deusa do amor, Vênus.
A forma de preservação contra elas mais conhecida e utilizada é o preservativo de látex masculino capaz de formar uma barreira física entre o pênis e a vagina. Eles podem ser lubrificados ou revestidos de espermicidas. Existe uma variedade de marcas, tamanhos, cores e texturas. Com ele, diferentemente dos outros métodos, os homens podem se encarregar na prevenção de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e gravidez. Como é um método de anticoncepção ocasional, seu uso pode ser interrompido em qualquer momento. Não apresenta efeitos colaterais hormonais e há homens que garantem que ela ainda ajuda a controlar a ejaculação.
Há também a opção da camisinha feminina: uma bolsa de plástico com um anel leve e flexível em cada extremidade, que se adapta à vagina, resguardando o colo do útero e genitália externa. Assim como a masculina impede a passagem do esperma pelo do trato genital feminino e deve ser usada somente uma vez.
É mais cara do que a masculina e vem em embalagem com duas unidades e sua eficácia na prevenção de DSTs e gravidez é menor do que a camisinha masculina. As vantagens no seu uso são que a camisinha feminina pode ser posta antes da relação sexual e não precisa ser retirada imediatamente após a ejaculação. Não é feita de látex, é mais resistente e para mulheres que se queixam de alergia a camisinhas masculinas essa pode ser uma alternativa.
Independentemente de amar e ser amado, é preciso ter carinho consigo e usar camisinha. Ao compartilharmos afeto é essencial a prevenção de qualquer mal. Sexo inconsequente e sem segurança é irresponsabilidade com o outro e consigo.
É preciso deixar de lado o preconceito, e entender a necessidade da conscientização e democratização do seu uso. Sexo é responsabilidade e saúde. E para isso, algumas coisas não podem ser deixadas de lado.
E lembre-se: camisinha é descartável. Sua vida não.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br

 
26/01
sábado

Ao usar a camisinha feminina não esqueça que…

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- É preciso tomar cuidado com os objetos cortantes ou pontiagudos na hora de abrir o pacote. Entre 2,1 e 11,2% das pessoas afirmaram que abriram os preservativos com objetos cortantes ou com os dentes.

- Antes de transar, é importante conferir se a camisinha está em boas condições e dentro da data de validade. 82,7% das mulheres e 74,5% dos homens não verificaram o estado do preservativo antes do uso.

- Escolher bem o lubrificante é fundamental. Em 4,1% das relações sexuais, as pessoas afirmaram usar lubrificante à base de óleo, que, em contato com o látex, pode degradar o preservativo.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

 
25/01
sexta-feira

Dica importante: 5 motivos para usar a camisinha feminina

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Além da gravidez indesejada, o preservativo das mulheres é mais eficaz do que as camisinhas masculinas na prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis, como a hepatite B, a Sífilis e o HIV. No caso do HPV e da herpes, ela oferece maior proteção, por abranger uma área maior de contato genital, como os grandes lábios.

2. Menor perda de sensibilidade
Acabou a desculpa do “chupar bala com papel”. Ou quase. Segundo informações do “Manual de Orientação em Anticoncepção” da Febrasgo, o preservativo feminino é confortável tanto para o homem quanto para a mulher, fácil de remover e proporciona menor perda de sensibilidade que os preservativos masculinos.

3. Não precisa esfriar o clima
A gente sabe que é meio triste parar o agarra-agarra para procurar o preservativo. A camisinha feminina pode ser colocada até 8 horas antes da relação sexual sem nenhum prejuízo de eficácia. Sobre a “surpresa” do parceiro ao encontrar o preservativo cobrindo parte dos grandes lábios da vagina: bom, o preservativo masculino também não é nenhuma obra-prima estética.

4. O poder é seu
Quando a decisão de usar camisinha parte de você, dificilmente o parceiro vai “cancelar” a transa por causa disso. Agora, as chances de ter uma relação sexual com a proteção devida dobraram.

5. É fácil de colocar
Não tem mistério: a camisinha feminina deve ser colocada da mesma forma que um absorvente interno ou diafragma. “Deitada, sentada ou com uma das pernas levantadas, é só dobrar a o anel que tem fundo e introduzir o máximo possível na vagina”, explica Vera Fonseca, diretora administrativa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). O lado que não tem fundo é o anel que fica do lado de fora da vagina. É por ali que o pênis vai entrar. “Caso a mulher não se sinta segura, ela pode praticar a inserção apenas como um treino, sem ter relações naquele dia”.