10/03
segunda-feira

Afinal, a pílula pode interferir no peso da mulher?

As pílulas que possuem em sua composição o estrogênio não tem relação com o aumento de peso, já as pílulas com progesterona podem estar relacionadas, principalmente os contraceptivos que são injetáveis a cada seis meses, que possuem grande quantidade de progesterona. Contudo, tem algumas pacientes que usam pílula e emagrecem e tem outras que engordam, só que esses acontecimentos estão relacionados ao tipo de organismo da paciente e não diretamente à pílula.

 
10/01
sexta-feira

Estou engordando muito, a culpa é do anticoncepcional?

“Estou engordando muito, a culpa é do anticoncepcional?”

É comum para as mulheres procurarem um “vilão” quando engordam, mas segundo o ginecologista o anticoncepcional deve ser descartado desta lista dos inimigos da balança: “Em alguns organismos, as pílulas podem causar uma pequena retenção de líquido, em torno de um quilo, que deve desaparecer dentro de 3 meses de uso”.

 
05/01
domingo

Mito: Pílula anticoncepcional engorda

Toda mulher que toma anticoncepcional deseja se prevenir de uma gravidez indesejada, mas existem casos em que esse método é ignorado pelo medo de engordar. A verdade é que nas bulas de algumas pílulas anticoncepcionais existe uma informação sobre a possível oscilação de peso, mas isso não é uma regra.

Em contrapartida, existem estudos que afirmam não haver nenhuma relação entre o uso de pílula e o aumento de peso. Esse mito é antigo e vem da época em que as pílulas continham grandes quantidades de hormônios. Atualmente, a dosagem é baixa e a probabilidade de ganhar peso pelo uso de anticoncepcional também, o que pode acontecer é algum inchaço em função da retenção de líquidos e da presença do estrogênio, mas tal inchaço desaparece com o tempo.

 
01/08
quinta-feira

MITO: O anticoncepcional engorda

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Nenhum anticoncepcional engorda. O que pode ocorrer é alguns anticoncepcionais reterem mais líquido e com isso ocorre um inchaço. Mas dizer que engorda é mito. Já existe no mercado alguns anticoncepcionais com diuréticos em sua fórmula, o que diminui esse efeito colateral indesejado”.

 
11/03
sexta-feira

Anticoncepcional não engorda

Pesquisadores revisaram dados de diversos estudos que comparavam contraceptivos hormonais orai com placebos. Não houve evidências, em nenhum dos estudos, de que mulheres usando os contraceptivos ganhavam mais peso do que o grupo do placebo. Em seguida, os pesquisadores examinaram estudos que comparavam diferentes doses ou tratamentos de vários contraceptivos hormonais, que tb não mostraram nenhuma diferença substancial no peso. Outro estudo feito com 10 fêmeas de macacos rhesus (q têm um mecanismo reprodutivo bem parecido ao humano), mostrou q os animais que tomaram anticoncepcionais durante a pesquisa, não engordaram. Pelo contrário: as fêmeas em geral perderam peso durante o tratamento. De acordo com os especialistas, as mulheres que acabam ganhando peso podem estar simplesmente enxergando o ganho natural de peso ao longo do tempo. A razão mais provável pro crescimento da gordura nas mulheres é uma combinação de fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida, que não têm nada a ver com o uso de anticoncepcionais orais.

Fontes: www.unifesp.br ; qued.com.br; Cochrane Database of Systematic Reviews

 
29/01
sexta-feira

O anticoncepcional engorda mesmo?

Você notou que as suas roupas ficaram apertadas depois de iniciar a primeira cartela de pílula? Sua irmã, prima, colega de trabalho ou amiga da amiga algum dia comentou sobre esse efeito indesejável ou outro, como aumento de apetite? A probabilidade de ter ouvido queixas – ou as sentido na própria pele – sobre o método, tão popular quanto controverso, é bastante alta. Mas, como os dois lados de uma moeda, a verdade em relação ao anticoncepcional é relativa. Pílula engorda? Sim e não, muito pelo contrário. Não, não é loucura.

Depende de inúmeros fatores, alguns relativos às formulações, outros ao organismo, à forma de ministrar o comprimido pelo médico e, até mesmo, o modo como ele é tomado.

“Em medicina, um mais um não é igual a dois. Isso quer dizer que um tipo pode ser perfeito para uma paciente e péssimo para outra”, afirma a ginecologista e obstetra Vera Lúcia Delascio Lopes, da Pro-Matre Paulista e membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo.

Avanços reais

Desde que foi descoberta, nos anos 60, a pílula evoluiu muito, para alívio de todas nós. Das superdoses de hormônios, que produziam uma grande lista de efeitos colaterais – sem falar nos riscos de complicações circulatórias e doenças cardiovasculares – até a nova geração de pílulas, que reduziu a quantidade dos hormônios para 10%, o dia-a-dia das usuárias do método melhorou muitíssimo. “Com a microdosagem da nova geração de contraceptivos, efeitos como edema, náusea e dor de cabeça diminuíram muito”, atesta a ginecologista Ceci Mendes Carvalho Lopes, chefe do Setor de Planejamento Familiar da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

“Substâncias sintéticas, como a ciprosterona e a drospirenona (semelhante à progesterona produzida pelo organismo da mulher), presentes nas fórmulas de uma nova geração de anticoncepcionais aliviam os sintomas da TPM, regulam a oleosidade da pele, melhoram a textura e o brilho dos cabelos”, acrescenta. Já o desogestrel, progestogênio, garante ação contraceptiva, ainda que seja tomada com até 12 horas de atraso, contra as três horas garantidas pelas fórmulas convencionais.

O complô do sobrepeso

Mesmo com as conquistas alcançadas nos tubos de ensaio, os anticoncepcionais não atingiram a perfeição. As reações adversas do consumo de todas as marcas são semelhantes e incluem, em diferentes graus, dor de cabeça, dores nos seios, enjôo e dor abdominal. Além disso, a maioria das pílulas causa alguma retenção de líquido. “Ainda há dificuldade de controlar certas reações”, reconhece a médica Ceci Mendes. Mas o fato de você engordar tomando pílula se deve a um conjunto de fatores. Um deles é o aumento de apetite, comum na segunda metade da cartela. “O ciclo do anticoncepcional é dividido em duas etapas: do 1º ao 15º dia é a fase estrogênica; e do 16º em diante, a fase progesterônica, cujos hormônios se assemelham aos da gravidez. Daí a vontade acentuada de comer doce, como acontece com as gestantes”, descreve a ginecologista.

Também é na segunda metade da cartela que ocorre a retenção hídrica. “A situação é agravada para mulheres que têm a resistência à insulina aumentada, pois atingem facilmente o pico da glicemia e, quando a taxa cai, vem a necessidade de comer doce. Algumas pacientes engordam de 1 kg a 1,5 kg. Depois da menstruação, e ao retomar a pílula, esse processo tende a melhorar,” diz Ceci Mendes.

Conforme a formulação, os sintomas indesejáveis podem diminuir. “Hoje as pílulas com menor dosagem hormonal são as mais usadas, por minimizarem efeitos colaterais. A palavra final, de qualquer forma, deve ser a do médico”, conclui a ginecologista Vera Delascio.

Relógio hormonal

Todos nós, mulheres e homens, temos implantado no nosso corpo uma espécie de relógio natural, conhecido como ritmo circadiano. Ele é regido pelo hipotálamo, que controla algumas das atividades mais importantes do organismo, entre elas o sono, a temperatura corporal e a função celular. No nosso caso, o relógio que define a produção de hormônios, ou o ritmo circadiano hormonal, tem funcionamento vespertino, entre 5 h e 7 h da noite (período de mais produção hormonal).

Partindo do princípio que o anticoncepcional oral copia o modelo de funcionamento dos ovários, a forma de ingerir a pílula deve respeitar esse conjunto harmonioso de reações. Ou seja, se você tomála ainda na parte da manhã, por exemplo, está invertendo o ritmo, o que certamente contribui negativamente para o bem-estar geral do seu organismo.

 
18/01
segunda-feira

Anticoncepcional engorda?

Essa é uma dúvida muito comum entre as jovens, e a resposta é talvez. O anticoncepcional é um conjunto de hormônios que podem trazer efeitos colaterais, como o aumento de apetite e retenção de líquidos no corpo, além de tontura e outras tantas consequências durante o período em que se toma. “O estrógeno, um dos hormônios que compõem a maioria dos anticoncepcionais, pode provocar aumento de apetite. A progesterona, outro hormônio presente, pode induzir a retenção de líquidos e deixá-la mais inchada”, diz Ângela Maria Bacha. No segundo caso, não há aumento de gordura propriamente dita, mas você sente na balança (líquido pesa!) e no corpo (que incha!). No entanto, segundo a especialista, esses sintomas incomodam apenas cerca de 15% das mulheres. “Muitas vezes, o anticoncepcional engorda por efeito psicológico. A paciente usa a pílula como desculpa para justificar aqueles quilinhos extras que, na verdade, têm origem lá naquele chocolate a mais”, diz a ginecologista. O jeito é continuar de olho na alimentação e também no peso. Sentiu que engordou sem ter modificado os hábitos à mesa? Converse com seu ginecologista e tente encontrar um método que não provoque o problema ou que menus agirá negativamente no seu corpo.