24/07
quinta-feira

Pílula do dia seguinte: pode ser considerada abortiva ?

A pílula do dia seguinte demorou muito a entrar no Brasil pois, na Legislação Brasileira, não aceita o aborto. Mas foi comprovado cientificamente que a pílula do dia seguinte não é abortiva. Pois o aborto é quando ocorre a implantação do embrião no endométrio. Se mexer seria considerado um aborto. No caso, a pílula de emergência evita essa implantação. Então por isso que não é considerada abortiva.

 
24/07
quinta-feira

Quando iniciar o uso da pílula oral pela primeira vez ?

Inicia-se o uso do anticoncepcional a partir da primeira menstruação. Atualmente a precocidade da atividade sexual está tão intensa que muitas meninas com menos de 14 anos estão engravidando. Então se puder começar a tomar mais precoce possível e de forma adequada, pode começar a usar a partir da primeira menstruação. Ou seja, veio a menstruação, começa a tomar pílula sob orientação ginecológica e vai acompanhando o ciclo menstrual.

 
24/07
quinta-feira

Perigo: Uso de pílula e cigarro

Você sabia que o uso da pílula ao mesmo tempo com o uso do cigarro pode gerar uma combinação péssima que pode ser explosiva para a sua saúde? Você contou para o seu ginecologista que fuma (se for fumante)?
A pílula protege a mulher contra várias doenças; protege contra o câncer de ovário; contra a endometriose; contra algumas infecções. E mesmo assim muitas mulheres fumantes preferem parar de tomar a pílula (por saber que é uma combinação perigosa à saúde) e continuar fumando. Essa decisão está errada. O cigarro é tão ofensivo à saúde que interfere até na gravidez.
Agora tem mulheres que não param de fumar e continuam tomando pílula. Com isso pode causar danos sérios à saúde, como por exemplo, a trombose; derrame cerebral. Se a mulher tiver acima do peso ou sedentária, e se tiver alterações na coagulação sanguínea, aumenta mais ainda os riscos. Então essa combinação é uma “bomba atômica”. Com isso a mulher poderá ficar sequelada, ou seja, ficar na cama para o resto da vida, por causa de um derrame cerebral.

 
24/07
quinta-feira

Adesivo contraceptivo: será que ele engorda ?

Quando o assunto é anticoncepcional, uma das preocupações das mulheres é se ele engorda. E isso causa grande desagrado e mal humor. Com relação ao adesivo, a preocupação é a mesma. Como os adesivos anticoncepcionais é um tipo de anticoncepcional neutro e absorvem grande parte dos hormônios que causam efeitos colaterais, é improvável que a mulher possa engordar durante o seu uso.

 
23/07
quarta-feira

Bula do anticoncepcional Mirelle

Laboratório
Bayer

Apresentação de Mirelle
Cart. c/ 1 blíster-calendário (cartela) c/ 24 compr. rev. Cada compr. rev. de Mirelle contém 60 mcg de gestodeno e 15 mcg de etinilestradiol.

Mirelle – Indicações
Contracepção oral

Contra-indicações de Mirelle
Os contraceptivos orais combinados, COCs, não devem ser utilizados na presença das seguintes condições: trombose (venosa ou arterial) atual ou antecedentes da mesma (por exemplo, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral); presença e antecedentes de sintomas iniciais de trombose (por exemplo, ataque isquêmico transitório, angina pectoris); diabetes mellitus com alterações vasculares; a presença de um fator de risco grave ou fatores de riscos múltiplos para trombose arterial ou venosa também pode representar uma contra-indicação (veja item Precauções e advertências-); doença hepática grave atual ou antecedentes da mesma, enquanto os valores da função hepática não retornarem ao normal; presença ou antecedentes de tumores hepáticos (benignos ou malignos); diagnóstico ou suspeita de neoplasias dos órgãos genitais ou das mamas, se estes forem dependentes de esteroides sexuais; sangramento vaginal não-diagnosticado; gravidez suspeita ou confirmada, hipersensibilidade a qualquer um dos componentes de Mirelle . Se qualquer uma das condições citadas anteriormente ocorrer pela primeira vez durante o uso de COCs, o tratamento deve ser interrompido imediatamente.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Mirelle
Para informações mais detalhadas sobre reações adversas graves, consultar o item Precauções e advertências-. Foram observadas as seguintes reações adversas em usuárias de COCs, sem que a exata relação tenha sido estabelecida: dor, secreção ou sensação de tensão nas mamas; cefaléias; enxaquecas; alterações da libido; estados depressivos; intolerância a lentes de contato; náuseas; vômitos; alterações na secreção vaginal; distúrbios cutâneos variados; retenção de líquidos; alterações no peso corpóreo e reações de hipersensibilidade aos componentes do produto.

Mirelle – Posologia
Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos na ordem indicada na cartela, por 24 dias consecutivos, mantendo-se aproximadamente o mesmo horário e, se necessário, com pequena quantidade de água. Cada nova cartela é iniciada após um intervalo (pausa) de 4 dias sem a ingestão de comprimidos, durante o qual deve ocorrer sangramento por privação hormonal (em 2 – 3 dias após a ingestão do último comprimido). Este sangramento pode não haver cessado antes do início de uma nova cartela. – Início do tratamento: No caso da paciente não ter utilizado contraceptivo hormonal no mês anterior, a ingestão deve ser iniciada no 1º dia do ciclo (1º dia de sangramento menstrual). Se a paciente estiver mudando de um outro COC, deve começar preferencialmente no dia posterior à ingestão do último comprimido ativo do contraceptivo utilizado anteriormente ou, no máximo, no dia seguinte aos dias de pausa ou após o último dia de ingestão dos comprimidos placebos. Se a paciente estiver mudando de um método contraceptivo contendo somente progestogênio (minipílula, injeção ou implante), poderá iniciar Mirelle em qualquer dia no caso da minipílula, ou no dia da retirada do implante, ou no dia previsto para a próxima injeção. Nestes três casos, recomenda-se usar adicionalmente um método de barreira nos 7 primeiros dias da ingestão. Após abortamento de primeiro trimestre, pode-se iniciar o uso de Mirelle imediatamente, sem necessidade de adotar medidas contraceptivas adicionais. Após parto ou abortamento no segundo trimestre, é recomendável iniciar o COC no período entre 21º e 28º dias após o procedimento. Se começar em período posterior, deve-se aconselhar o uso adicional de um método de barreira nos 7 dias iniciais de ingestão. Se já tiverem ocorrido relações sexuais, deve-se certificar que a mulher não esteja grávida antes de iniciar o uso do COC ou, então, aguardar a primeira menstruação. • Comprimidos esquecidos: Se houver transcorrido menos de 12 horas do horário habitual de ingestão, a proteção contraceptiva não será reduzida. A usuária deve tomar o comprimido imediatamente e continuar o restante no horário habitual. Se houver transcorrido mais de 12 horas, a proteção contraceptiva pode estar reduzida neste ciclo. Neste caso, deve-se ter em mente duas regras básicas: 1) a ingestão dos comprimidos nunca deve ser interrompida por mais de 4 dias; 2) são necessários 7 dias de ingestão contínua dos comprimidos para conseguir supressão adequada no eixo hipotálamo-hipófise-ovário. Conseqüentemente, na prática diária, pode-se usar a seguinte orientação: se o esquecimento ocorreu na 1ª semana, a usuária deve ingerir imediatamente o último comprimido esquecido, mesmo que isto signifique a ingestão simultânea de 2 comprimidos. Os comprimidos restantes devem ser tomados no horário habitual. Além disso, deve-se adotar um método de barreira (por exemplo preservativo) durante os 7 dias subseqüentes. Se tiver ocorrido relação sexual nos 7 dias anteriores, deve-se considerar a possibilidade de gravidez. Quanto mais comprimidos forem esquecidos e mais perto estiverem do intervalo normal (pausa) sem tomada de comprimidos, maior o risco de gravidez. Se o esquecimento ocorreu na 2ª semana, a usuária deve tomar imediatamente o último comprimido esquecido, mesmo que isto signifique a ingestão simultânea de dois comprimidos, e continuar tomando o restante da cartela no horário habitual. Se, nos 7 dias precedentes ao primeiro comprimido esquecido, todos os comprimidos tiverem sido tomados conforme as instruções, não é necessária qualquer medida adicional. Porém, se isto não tiver ocorrido, ou se mais do que um comprimido tiver sido esquecido, deve-se aconselhar a adoção de precauções adicionais por 7 dias. Se o esquecimento ocorreu na 3ª semana, o risco de diminuição da eficácia é iminente pela proximidade do intervalo sem ingestão de comprimidos. No entanto, ainda se pode evitar a diminuição da proteção contraceptiva, ajustando o esquema de ingestão dos comprimidos. Se, nos 7 dias anteriores ao primeiro comprimido esquecido, a ingestão foi feita corretamente, a usuária poderá seguir qualquer das duas opções abaixo, sem precisar usar métodos contraceptivos adicionais. Se não for este o caso, ela deve seguir a primeira opção e usar medidas contraceptivas adicionais durante os 7 dias seguintes. 1) Tomar o último comprimido esquecido imediatamente, mesmo que isto signifique a ingestão simultânea de dois comprimidos, continuar tomando os comprimidos seguintes no horário habitual. A nova cartela deve ser iniciada assim que acabar a cartela atual, isto é, sem o intervalo habitual entre elas. É improvável que ocorra sangramento por privação até o final da segunda cartela, podendo ocorrer gotejamento ou sangramento de escape durante os dias de ingestão dos comprimidos. 2) Suspender a ingestão dos comprimidos da cartela atual, fazer um intervalo de até 4 dias sem ingestão de comprimidos (incluindo os dias em que se esqueceu de tomá-los) e, a seguir, iniciar uma nova cartela. Se não ocorrer sangramento por privação no primeiro intervalo normal (pausa) sem ingestão de comprimido, deve-se considerar a possibilidade de gravidez. • Procedimento em caso de vômitos: Se ocorrerem vômitos dentro de 3 a 4 horas após a ingestão de um comprimido, a absorção pode não ser completa. Neste caso, deve-se seguir o mesmo procedimento usado para esquecimento dos comprimidos. Se a usuária não quiser alterar seu esquema habitual de ingestão, deve retirar o(s) comprimido(s) adicional(is) de outra cartela.

Mirelle – Informações
O efeito anticoncepcional dos contraceptivos orais combinados (COCs) baseia-se na interação de diversos fatores, sendo que os mais importantes são a inibição da ovulação e as alterações no muco cervical. Além da proteção contra a gravidez, os COCs apresentam diversas propriedades positivas que, comparadas à relação risco/benefício (veja itens Precauções e advertências- e Reações adversas-), auxiliam na decisão do método contraceptivo a ser adotado. O ciclo menstrual torna-se mais regular e a menstruação apresenta-se freqüentemente menos dolorosa e o sangramento menos intenso, o que, neste último caso, pode reduzir a ocorrência de anemia ferropriva. Além disso, há evidências de que o uso de COCs de alta dose (50 mcg de etinilestradiol) diminui o risco de tumores fibrocísticos de mama, cistos ovarianos, doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica e câncer de endométrio e de ovário. Ainda não existe a confirmação de que isto também se aplique aos contraceptivos orais de dose mais baixa.

Fonte: http://www.medicinanet.com.br/

 
23/07
quarta-feira

14 dicas de como usar camisinha masculina

1 – Não abrir a embalagem da camisinha com a boca pois pode rasgar. Melhor utilizar as mãos;

2 – Guarde a camisinha longe do sol e do calor. E não a guarde por muito tempo na bolsa ou carteira;

3 – Antes de usar, verifique a data de validade. Quanto mais velho, mais desgastado estará o látex e maiores os riscos de ruptura;

4 – Escolha os preservativos lubrificados;

5 – A camisinha deve ser colocada pouco antes do contato entre o pênis e a vagina. Não coloque a camisinha muito tempo antes, pois aumenta o risco de rompimento e diminui a lubrificação;

6. O “bico” da camisinha serve de depósito para o esperma, e ele não deve ficar esticado. Aperte delicadamente para retirar todo o ar antes de desenrolar a camisinha no pênis;

7. Coloque o preservativo assim que o pênis ficar ereto (duro) e retire logo após a ejaculação pois isso evita vazamentos do esperma e transmissão de doenças sexualmente transmissíveis;

8. Cuidado para não colocar a camisinha do lado contrário. Ela já vem preparada para ser desenrolada da forma correta;

9. Caso coloque a camisinha do lado errado, não a use, jogue fora e coloque uma nova;

10. Não passe óleo, vaselina, cremes ou outra substânica que não seja água ou à base de água no preservativo. A maioria vem lubrificada e não necessita de mais lubrificação. Se precisar, use lubrificantes à base de água;

11. Usar duas camisinhas ao mesmo tempo é bastante arriscado. O atrito provoca rasgos e furos no preservativo. Uma já é o suficiente para a proteção;

12. Não fique muito tempo tendo relação com a mesma camisinha, pois a vagina pode ressecar e por conta do atrito o preservativo pode se romper. Troque o preservativo;

13. Nunca reutilize a camisinha;

14. É raro, mas alguns homens conseguem ejacular e continuar a relação sexual sem pausas. Se houve ejaculação e vocês desejam continuar, sempre troque a camisinha. Lave o pênis e as mãos antes de colocar a camisinha nova.

 
23/07
quarta-feira

Essencial: saiba mais sobre a injeção anticoncepcional trimestral

A injeção trimestral é mais barata e a sua eficácia é garantida. Mas causa alguns efeitos colaterais, como por exemplo, a diminuição da líbido. Sua vantagem é que regula a menstruação. Muitos ginecologistas preferem indicar para as suas pacientes a injeção mensal. Mas isso varia de mulher para mulher.

 
23/07
quarta-feira

O que você precisa contar durante a consulta com ginecologista

Durante a consulta com o ginecologista é importante que a mulher diga ao médico quais medicamentos está fazendo uso para ver se há algum problema na interação entre eles. Por exemplo, se a mulher faz uso de anticoncepcional e teve dor de cabeça e com isso tomou analgésico, não há interferência com a pílula. Mas existem remédios que diminuem a ação dos contraceptivos, como por exemplo, alguns antibióticos. Alguns anticonvulsivantes, medicamentos para dormir, remédios para emagrecer (dependendo da sua composição) diminuem a ação da pílula. O anticoncepcional depende de uma absorção no estômago. A mulher ingere, tem que absorver no estômago. Se tiver qualquer disfunção estomacal, por exemplo, uma gastrite, uma úlcera, isso pode interferir na absorção desses hormônios e pode interferir na ovulação. Consequentemente precisa usar outro método contraceptivo. Então é preciso falar com o médico pois pode cortar o efeito da pílula.

 
22/07
terça-feira

Completa explicação sobre o contraceptivo adesivo

* O que é:
É um método contraceptivo constituído por um adesivo fino e composto por dois hormônios (estrogênio e progesterona) que são transferidos através da pele para a corrente sanguínea.

* Como é constituído:
É constituído por 3 adesivos. Coloca-se durante 3 semanas consecutivas (um por semana) e uma semana de descanso.
O primeiro adesivo deve ser colocado no primeiro dia da menstruação.

* Como funciona:
Os hormônios liberados pelo adesivo evitam a ovulação. Também espessam as secreções do muco do cérvix, tornando a entrada do esperma no útero mais difícil.

* Efeitos secundários:
Os efeitos secundários mais comuns incluem sensibilidade mamária, dores de cabeça, irritação da pele no local de aplicação, náuseas, doenças do aparelho respiratório, dores menstruais e dores abdominais.
Os riscos graves, que podem pôr em risco a vida, incluem coágulos de sangue, tromboses ou enfartes e são aumentados se for fumadora. O fumo de cigarros aumenta o risco de efeitos secundários cardiovasculares graves, principalmente se tiver mais de 35 anos. As mulheres que utilizam contraceptivos hormonais não devem fumar.

* Contra-indicações:
Não devem utilizar o adesivo contraceptivo, incluindo mulheres que tenham coágulos sanguíneos, alguns tipos de cancro, um histórico de ataques cardíacos, bem como as que estão ou podem estar grávidas.

* Como usar:
Pode ser colocado em diversos locais do corpo, como braço, abaixo da barriga, nas costas ou na nádega. Evite colocar em locais em que não haja contato com roupas apertadas, e na região das mamas. Não aplicar o adesivo em pele vermelha, irritada ou com cortes. Aplicar em pele limpa e seca, sem cremes, óleos ou loções. A cada nova aplicação troque de lugar.
Caso haja o deslocamento total ou parcial do adesivo por menos de 24 horas, recoloque o mesmo adesivo (se permanecer aderido) ou cole um novo adesivo, para evitar a perda da eficácia. Se o anticoncepcional estiver descolado por mais de um dia, será necessário colar um novo adesivo e reiniciar um novo ciclo. Também se aconselha realizar um método de barreira por sete dias (camisinha).

* Cuidados necessários com o uso:
- Só deve ser utilizado um adesivo de cada vez.
- Aplicar em pele limpa e seca. Isso inclui não aplicar sob a pele que está com creme ou óleo.
- Retirar primeiro metade da proteção e colar e depois a outra parte, tendo atenção para não tocar com os dedos na parte adesiva.
- Exercer pressão para ficar bem fixado na pele.
- Não aplicar na pele vermelha ou com algum corte.
- Certifique-se diariamente que o adesivo está bem fixado.

* Para quem quer alterar o ciclo:

Poderá antecipar-se o período da menstruação (nunca adiar), colocando o novo adesivo antes da data prevista.
Concluir o ciclo atual de 3 semanas.
Durante a semana de descanso escolher um dia anterior ao de colocação do novo adesivo para a colocação desse adesivo. Não ficar mais de 7 dias sem o adesivo para não comprometer a sua eficácia.

* Em casos de acidentes:
- Esquecimentos de mudança de adesivo superiores a 1 dia: dependendo do tempo e altura do esquecimento, poderá haver necessidade de um método contraceptivo adicional (exemplo: camisinha) durante 1 semana. Estes esquecimentos poderão levar à alteração do dia de mudança do adesivo.
- Se o adesivo descolou, poderá exercer-se um ligeira pressão. Se não aderir, colocar outro adesivo de substituição.
- Se caso o adesivo cair menos de 1 dia, poderá colar novamente ou colocar um novo. Se cair por mais de 1 dia deverá colar um novo adesivo e proceder como se fosse um esquecimento. Ou seja, usar um método adicional (exemplo: camisinha).

 
22/07
terça-feira

Diferenças entre os dispositivos intra-uterino de cobre e o hormonal

DIU de cobre –
O dispositivo feito de polietileno ou cobre é inserido na cavidade uterina da mulher, evitando a gravidez. O DIU não libera hormônio e, portanto é ideal para mulheres que sentem náuseas ou dores de cabeça com contraceptivos como a pílula, ou que têm contraindicações ao uso do hormônio como, por exemplo, fumantes, hipertensas, ou mulheres que estão amamentando. Tem duração de 5 a 10 anos e não deve ser usado para mulheres que pretendem engravidar dentro deste período.

DIU hormonal –
Também chamado de sistema intrauterino (SIU), tem duração de cinco anos. Libera o hormônio progesterona. Um dos destaques deste método é reduzir a quantidade de sangramento.